Programa Maquete São Paulo V: Minha Casa, Minha Maquete

A sacoleira Eliana T. posa orgulhosa junto à maquete de sua nova casa: agradeço ao gov. Zezinho por essa casa que vou receber em 2094!

Preocupado com a questão do déficit habitacional, e enciumado pelo Programa Minha Casa Minha Vida do governo federal, o Mais Preparado  dos Brasileiros, governador Zezinho, lançou uma nova iniciativa: o Programa Minha Casa, Minha Maquete.

Seguindo os passos do Programa Maquete S. Paulo, no qual o Presidente de Nascença, sempre comprometido com a responsabilidade fiscal, inaugura as maquetes das obras para reduzir os gastos públicos, o Programa Minha Casa, MInha Maquete inaugurará maquetes de 970 conjuntos habitacionais
em todo o estado, totalizando cerca de 1 milhão de maquetes de moradias. Quando concluídos os conjuntos, em 2094, cerca de 4 milhões de pessoas serão beneficiadas.

O Papa Bento XVI também se aconselhou com o gov. Zezinho e inaugurou maquete do Céu.

Um empreendimento desse porte somente poderia surgir a partir do Majestoso Encéfalo do Maior dos Gestores Públicos. A descomunal capacidade administrativa, a criatividade e a ousadia dos grandes líderes conjuminaram-se nesse que é O Mais Competente dos Engenheiros.

Em press release publicado em sua coluna na imprensa oficial do estado, a assessora de imprensa Eliana Castanheira afirmou que a iniciativa leva o governo paulista a um novo patamar, e despertou interesse de ninguém menos que o presidente Obama, que telefonou ao gov. Zezinho. Por recomendação de grande estadista dada pelo Almirante do Tietê, Obama deverá oferecer maquetes de reatores nucleares ao Irã, em troca da suspensão do programa nuclear daquele país.

Júbilo: os populares arrancando pedaços das maquetes para levar como lembrança.

A inauguração das maquetes dos conjuntos habitacionais teve uma nota triste, no entanto. Desacostumada às etiquetas e cerimoniais, a massa em busca de moradia que acorreu ao evento descontrolou-se. Antes que a inauguração terminasse, um grupo atacou as maquetes, despedaçando-as. Mas não se tratava de vandalismo. Agradecidos ao gov. Zezinho, queriam apenas levar consigo uma lembrança daquele grande momento.

Comentário da tia Carmela

Ainda esse negócio de maquete? Já contei todas as histórias dele que eu sabia sobre isso.  Mas uma coisa eu posso falar: o Zezinho, lá na Mooca, nunca gostou que os meninos levassem as coisas dele. Quando era aniversário dele, ficava furioso quando, no fim da festa, a mãe dele fazia uns embrulhinhos com pedaço do bolo para os convidados levarem. Ele dizia: não pode! É meu!…

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