Júbilo em Higienópolis: termina retiro espiritual de líderes da UDN-DF

13/04/2010

Demoarruda Bauducco e seus confrades da UDN-DF comemoram o fim do retiro espiritual.

Mostrando sua total afinação com os sentimentos das massas, o  Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho, comemorou entusiasmado a notícia do fim do retiro espiritual do líder da UDN-DF e de alguns de seus probos assessores.

O Presidente de Nascença comentou aliviado com assessores que essa notícia era o mais importante fato da política brasileira deste ano, e apenas lamentou que o final do tempo de penitência de Demoarruda Bauducco (P$DEM-DF) tenha ocorrido depois da festa de debutante de sua candidatura.

A nota triste do evento foi um desencontro entristecedor.  Sempre cuidadoso e gentil com os correligionários, o Mais Competente dos Homens Públicos havia enviado um pedaço de bolo da festa para o Convento da Papuda, onde  ao ex-gênio da gestão pública fazia o retiro.  O bolo chegou após a saída de Demoarruda, infelizmente. Mas o presidente Zezinho já mandou entregar outro, desta vez sem serra dentro.

Mercado vibra com volta do irmão do Pres. Zezinho

Para comemorar a libertação da outra metade da laranja gerencial demotucana, o Mais Formidável dos Políticos determinou a seus assessores um ciclo de comemorações, entre os quais se destacam:

  • A Assembléia Bajulativa de São Paulo aprovou a concessão do título de paulista honorário a  Demoarruda Bauducco;
  • O super-herói GOLDMAN decretou feriado estadual;
  • Foi reduzido o ICMS uma série de itens:  panetone e suas matérias-primas, roupas íntimas e bolsas, tendo em vista a reativação do Programa Panetone São Paulo.

Segundo a sra. Miriam Cochonne, essa redução de impostos será muito mais efetiva para a economia brasileira que a demagógica redução do IPI dos automóveis no auge da crise de 2008-2009, que não teve nenhum impacto na economia nacional.

Graças a esse sábio comentário da Keynes de Saias, o  fim do retiro espiritual do Careca No. 2 foi muito bem recebido pelo mercado.  A  Bovespa entrou em polvorosa, com as  ações das principais companhias fabricantes de panetone, farinha de trigo, cuecas e meias subindo vários pontos percentuais após o anúncio.

Reviravolta política

Logo após sair do Convento da Papuda, Demoarruda Bauducco enviou mensagem para o  presidente Zezinho dizendo que gostaria de voltar a assumir seu papel de vice na chapa para a já vitoriosa eleição. Imediatamente pipocaram no Twitter vários pedidos para que o ex-governador do DF fosse relançado como vice do Futuro Maior  Presidente de Todos os Tempos.

Agora o presidente Zezinho deverá administrar uma crise nas bases da UDN. O atual candidato a vice, Cachorro-Lagosta, já avisou que não pretende largar o osso.

Ainda com esperanças, a cleptogovernadora Yeda Crusius (P$DB-RS), também declarou que pretende ser candidata, respaldada pela excelente imagem de seu governo nos pampas,  e que  não se deixará comprar por uma caixa de panetone. Alguns assessores comentam que, por duas, talvez saia negócio.

Entretanto, o jornalista Merdoval Pedreira comentou hoje que esta notícia é totalmente descabida.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho nunca foi de comemorar quando seus amiguinhos saiam do castigo. Em geral, ele ficava era dizendo bem-feito, bem-feito… Mas, quando era um amigo especial, às vezes ele ficava feliz, sim. Não por causa do amigo, mas porque ia voltar a ter um parceiro para suas traquinagens…

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Ameaças de Arruda: Gov. Zezinho reage com serenidade

23/02/2010

Como era de se esperar de um homem de sua incomparável envergadura moral, o Mais Preparado dos Brasileiros, o governador Zezinho, reagiu com serenidade às ameaças do governador do DF, Demoarruda Bauducco (PSDEM-DF).

Contrariado pela escolha de Dilma para a vaga de vice-presidente na chapa purossanguessuga do governador Zezinho, o  recluso  cleptocandango enviou mensagem  ao governador Zezinho, diretamente da cela onde está injustamente preso.

No recado, Demoarruda ameaça abrir o bico que conserva de seus tempos de tucano e revelar a receita do panetone distribuído no Programa Panetone S. Paulo, caso seu nome não volte a ser considerado para a vice-presidência. Como está incomunicável, o ex-líder de FHC no Congresso usou uma  barata-correio treinada para levar a mensagem, escrita no verso de um duvidoso anúncio de panetone.

Sempre perspicaz, o assessor Diogo de M. estranhou o papel em cujo verso o recado foi escrito.

A mensagem levou pânico ao QG de campanha do governador Zezinho. Desesperada, a assessora para assuntos econômicos e ambientais, sra. Miriam Cochonne, subiu na mesa e começou a gritar “tirem este monstro daqui!”, mas logo se corrigiu e salvou seu emprego: “eu quis dizer, esse bicho nojento!”  O assessor para assuntos culturais, Diogo de M., também desesperou-se com o ortóptero adestrado e gritava: “isso veio da PF de Brasília, tem mão do Lula aí!”

Desce macio e reanima: A generosa assessora Hipólita da Costa dividiu seu drinque com a barata.

O assessor para assuntos inglórios Bob Freire (PPS-SP), foi encarregado de capturar o inseto-mensageiro e enviá-lo de volta a Brasília, onde uma equipe de ninjas gaúchos treinados na segurança do Palácio Piratini promoveu seu desaparecimento. A heróica barata já havia cumprido sua missão, e foi incinerada com honras, em fogueira de palha seca de chimarrão, durante solenidade de queima de arquivos abrilhantada pela presença do general romano Agripinus (ARENA-RN) e a cleptoprenda Yeda Crusius (PSDB-RS).

Sereno, como convém a um homem de sua estirpe e quilate, o Presidente de Nascença acalmou sua equipe de assessores com uma gentil, porém firme, ameaça de demissão.  Altivo e sobranceiro, o Iluminado Ser Sem Rancores exortou seus serviçais a exercerem as virtudes cristãs da paciência, da compaixão e do perdão.  Em sua homilía aos temerosos assessores, lembrou-os que a melhor coisa a fazer nessa situação é perdoar e oferecer a outra face ao agressor.  Entusiasmada com a sabedoria ali transmitida, a redatora de panegíricos Eliane Cantanhêde publicou artigo na imprensa amiga defendendo a aceleração do processo de Beatificação do governador Zezinho.

O Inexorável Presidente repetiu a seus assessores  o que já havia publicado em seu twitter @govzezinho:  tal atitude destemperada era fruto do sofrimento de Demoarruda, vítima de uma terrível perseguição e tortura psicológica, promovidas pelas hostes petistas para desestabilizar a vitoriosa campanha do Mais Competente dos Brasileiros. Afirmou estar seguro de que as ameaças não se concretizarão: “O Demoarruda jamais faria algo contra mim. Nós somos como almas gêmeas, unha e carne, dois carecas, dois irmãos”, referindo-se ao fato de que os dois grandes estadistas formavam a dupla Careca e Carequinha, que costumava se apresentar nos comícios do poeta amazonense Virgílio, quando ainda havia gente disposta a votar nele.

Tanta serenidade não significou falta de precaução. Cuidadoso, o governador Zezinho ordenou ao seu secretário de educação e assuntos gráficos, Paulo Renato Gates de Souza, que destruísse os caderninhos onde estavam anotadas a mão as receitas do Programa Panetone São Paulo, que eram compartilhadas com o Programa Panetone DF, criado por Demoarruda Bauducco. As anotações com o registro da origem dos ingredientes e lista das receitas auferidas estavam enfurnadas em um cofre em um ilha no Caribe, por segurança.

Os livros com as receitas do panetone, esmeradamente impressos na gráfica Plural, foram destruídos por precaução.

Depois, em  entrevista especialmente convocada, o Mais Competente dos Brasileiros fez questão de reafirmar: “Demoarruda não fará nada contra mim. Nele, eu confio integralmente”. E aproveitou para alfinetar o governador da rodovia BR-3: “Se fosse o Tancredo Neves, aí eu estaria mais preocupado”.

Comentário da tia Carmela

E desde quando o Zezinho perdoa alguém? Quando ele era criança, lá na Mooca, quando algum menino fazia alguma coisa de que ele não gostava, o Zezinho não sossegava até se vingar dele. Às vezes, se vingava até mais de uma vez. Mas, mesmo vingado, ele nunca perdoava. Lembro de uma história até engraçada, apesar de triste: uma vez o Geraldinho, que era de uma família de turcos que tinham uma lojinha de armarinhos ali na rua da Mooca, na esquina da rua Orville Derby, quis fazer o papel de Deodoro no jogral sobre a proclamação da república que iam montar na escola. Era uma espécie de concurso, e todas as classes tinham que montar um jogral sobre o mesmo assunto. Só que o Zezinho também queria o papel de Deodoro, que era o principal, e o Geraldinho insistia. Aí o Zezinho mandou o Reinaldinho Cabeção espionar como estava sendo montado o jogral das outras classes. Quando soube que tinha uma classe que ia fazer um jogral muito melhor que o deles e ganhar o prêmio, o Zezinho desistiu e disse para o Geraldinho: tudo bem, pode ser você o Deodoro. E o Zezinho disse que para ele estava bom preparar as folhas com as falas que cada menino ia ler no dia da peça. Quando chegou o dia, o Zezinho entregou uma folha com um monte de bobagens escritas para o Geraldinho. Quando ele leu a primeira frase, todo mundo riu. Conforme ele ia lendo, o vexame ficava cada vez maior. E o Zezinho e o Reinaldinho Cabeção riam mais que todo mundo…


Devido à falta de Panetone, Zezinho distribui cheques

13/02/2010

A injusta prisão do seu candidato a vice-presidente preferido e ex-governador demotucano do DF, Demoarruda Bauduco (PSDEM-DF), além de trazer muita tristeza ao Mais Preparado dos Brasileiros, o governador Zezinho, trouxe-lhe também um enorme problema para continuar sua tarefa de fazer o bem ao povo paulista.

O gov. Zezinho espinafrou seu subordinado: como vocês deixaram acabar o estoque de panetone?

É que o encarceramento do ex-lider de FHC no Congresso e eterno tucano desorganizou totalmente o fornecimento de panetone para o Presidente de Nascença e seus aliados.   O produto desapareceu totalmente do mercado. Ao se entrar em qualquer diretório ou comitê dos partidos dacampanha  da salvação nacional  (PSDB-DEM-PPS) o quadro é o desolador: ao se perguntar “hoje tem panetone?” a resposta é sempre: “está em falta e não sabemos quando vai ter novamente”.

A carência desse item fundamental à prática política demotucana atinge também o governo da Locomotiva da Nação tão bem conduzida pelo gov. Zezinho.  O Programa Panetone São Paulo teve que ser interrompido. Por isso, o Presidente de Nascença resolveu, com seu Majestoso Encéfalo, inovar.  Substituiu a distribuição de panetone por distribuição de dinheiro, mesmo, na forma de cheques.

Apesar de inicialmente contrariado, logo o Mais Correto dos Brasileiros compreendeu os benefícios de sua nova estratégia política, ao ouvir a comentário de uma das beneficiadas: “Se depender de mim, ele será presidente”, afirmou a dona de casa Alessandra Fernandes, 33, após receber seu cheque (veja matéria original em um dos press-releases do comitê de campanha do Melhor dos Brasileiros).

A declaração ocorreu em uma solenidade de entrega desinteressada de cheques promovida pelo Mais Bondoso dos Homens, no interior de SP.

Seu Onestes (dir.), antigo correligionário do gov. Zezinho no interior de SP, perguntou: "E eu? Quando vou receber meu cheque?"

Antes de iniciar-se a distribuição dos cheques, o assessor para assuntos inglórios do Mais Generoso dos Brasileiros, Bob Freire (PPS-SP)  gritou para os presentes: “Aí, pessoal, esse cheque não precisa guardar na cueca!”, o que arrancou risadas constrangidas da platéia.

Sempre zeloso, O Jornal Mais Vendido do Brasil correu a esclarecer que não se tratava de compra de votos, para evitar mais um trololó petista.

Na abertura da solenidade, a Glória de São Paulo emocionou-se com a homenagem prestada ao seu desaparecido amigo de fé, irmão, camarada, Demoarruda Bauducco. Um coro de crianças cantou a música “Alma Gêmea”, de Fábio Junior (“Carne e Unha / Alma Gêmea, bate coração / As metades da laranja / Dois carecas, dois irmãos /Duas forças que se atraem…”), grande sucesso da dupla caipira formada pelos dois, Careca e Carequinha.

O governador Zezinho emocionou-se e fez um discurso de improviso sobre seu parceirinho lembrou as palavras de FHC sobre seu ex-vice enjaulado: “Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional”. Com os olhos mareados, olhou para o céu e exclamou: “Como o STF faz uma barbaridade destas?!”

A solenidade foi interrompida por um grupo de manifestantes, que, fingindo ser bem humorados, tentavam ofuscar a beleza daquele momento sublime de encontro de um homem público com seu povo e fã-clube. Aproveitando-se do clima carnavalesco, um grupo fantasiado de petistas subperonistas invadiu o recinto cantando uma inoportuna marchinha carnavalesca. Educadamente, o Mais Gentil dos Brasileiros chamou-os de energúmenos e ordenou sua retirada.

O vídeo abaixo mostra o baixo nível da manifestação dos energúmenos:

Já no final da cerimônia, o governador Zezinho foi informado que o STF, em um covarde gesto de arbitrariedade, havia mantido a prisão do chapa e ex-colega de chapa do governador Zezinho no DF. Imediatamente o governador colocou sua peruca loira feita com fios de origem ainda não esclarecida. Apesar da fama de conservadores, os interioranos aprovaram o novo visual do governador Zezinho.

A cerimônia, então, foi abreviada e o governador, visivelmente nervoso, saiu apressadamente, sem divulgar seu destino nem beijar as criancinhas remelentas. Depois disso, não foi possível localizar o paradeiro do Presidente Ainda Não Empossado. Seu assessor Reinaldinho Cabeção apenas informou que o presidente passaria o fim-de-semana recolhido, mas não recluso.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre gostou de panetone. Mas também nunca se importou de trocar o panetone por uns trocados. Uma vez, quando ele era criança, lá na Mooca, ele ganhou um panetone da madrinha dele. Era um panetone da doceria DiCunto, em uma embalagem bonita.  O Zezinho falou, fingindo inocência infantil: “oba! esse eu vou comer sozinho!” E correu para o quarto para esconder o panetone. O que ninguém sabia era que ele foi esconder não para comer. No dia seguinte, vendeu o panetone para o Robertinho, filho da dona Annunciata, pegou o dinheiro e pagou um bando de moleques para escrever com giz nas paredes: “Zezinho é o maior!”…


Panetone também é diversão: Cruzadas Tucanas sobre o mensalão do DF (n.6)

06/12/2009

CLIQUE AQUI PARA VER A NOVA EDIÇÃO DAS CRUZADAS TUCANAS

Minha tia Carmela foi visitar a irmã dela no interior, por isso nem comentou o último post. Telefonei para ela ontem e ela disse que estava muito difícil entender esse novo escândalo de Brasília. Ela não sabia que o Demoarruda Bauducco era governador: “mas ele não era aquele que tinha fraudado o painel de votação no Senado? Como é que elegeram ele novamente?”

Tentei explicar como funcionava o mensalão demotucano, mas ela reclamou que era muito complicado e não estava entendendo.

Então, resolvi fazer essas palavras cruzadas para ficar mais fácil para ela conhecer o que aconteceu. A tia Carmela adora palavras cruzadas e quando voltar vai se divertir bastante…


Programa Panetone São Paulo: política social é isso

03/12/2009

Com o programa, os filósofos nordestinos não passam mais fome em SP

É o mais absoluto sucesso o novo programa social do Mais Preparado dos Brasileiros, o  governador Zezinho, de S. Paulo: Programa Panetone São Paulo.

Apesar de ter sido lançado há poucos dias, o programa tem feito enorme sucesso entre os inexplicáveis pobres do estado paulista. Cerca de 45 milhões unidades de panetone já foram distribuídas.

Mesmo antes de se iniciar, já se sabia que o programa seria estratégico para o Grande Estadista da Móoca, pois ele nomeou para coordená-lo seu candidato a vice, Demoarruda Bauducco, o visconde da Buritinga.  Conforme noticiado em post anterior: durante o período entre sua saída pela porta dos fundos do Palácio dos Buritingas e sua entrada triunfal no Palácio dos Jaburus,  o cleptodemo receberá uma ajudinha de custo modesta para coordenar o Programa Panetone São Paulo, iniciativa de distribuição de panetone benzido para os pobres de São Paulo.

Antigo compositor baiano tentou pegar carona no programa Panetone São Paulo para fazer sucesso novamente, mas não agradou..

Um dos pontos altos do programa é o envolvimento de autoridades e pessoas de renome na distribuição do panetone à população, com o objetivo de dar um exemplo de solidariedade a ser seguido pelo resto do Brasil. Até mesmo o ex-presidente FHC e um antigo compositor baiano, que haviam se recolhido à Caverna do Ostracismo recentemente, participaram dos eventos de distribuição de panetone. O ex-pensador declarou que gosta muito de fazer essas distribuições e que no Natal do ano passado ele entregou pessoalmente um panetone para cada um dos seus serviçais. Já o ex-artista famoso, que a pedido de Serra ilustra as caixas de panetone, deixou rolar uma lágrima emocionada durante o ato, e explicou: lembrei de Pai ACM, na Bahia…

No PPS, que já tem prática com o programa desde sua implantação em Brasília, a empolgação é grande. O diretório zonal da Lapa do partido publicou anúncio na Gazeta da Lapa, onde declara apoio incondicional ao programa.  Seu Grande Timoneiro Roberto Freire convocou a imprensa para dizer que o panetone de Serra é muito mais macio que o panetone de Lula.

Empresa lança CD de divulgação da campanha.

O Presidente de Nascença pretende usar todo o seu carisma para criar um movimento nacional de distribuição de panetone. As bases do PFL, do PSDB e do PPS já se mobilizam em todo o estado, através de uma ampla rede de apoio nas prefeituras.  O Presidente Incriado também pretende que a campanha receba o apoio de centenas de empresários, e já convocou o mensassenador Azeredo (PSDB-MG) para presidir o comitê de arrecadação.  A primeira doação foi da empresa Durval Discos, que ofereceu a gravação de disco com a música tema da campanha a ser distribuído nas escolas pelo secretário de assuntos gráficos, Paulo Gates de Souza.

Primeira-dama de município entrega panetone. Eventos sociais concorridos em muitas cidades.

A idéia genial vem sendo copiada por grandes gestores públicos. No RS, a cleptogovernadora Yeda (PSDB-RS) pretende fazer a distribuição em semáforos e nas escolas, mobilizando o DETRAN e sua vasta rede de apoiadores entre os professores. Em Minas Gerais, o governador Aécio declarou que quando for a Minas e estiver menos cansadão, tomará  decisão sobre implantar programa semelhante em Minas, desde que sirva para  juntar as forças de todos os homens de bem de Minas e do Brasil para juntos em diálogo e harmonia trazerem uma mensagem nova para o futuro do Brasil, sem divisões, sem rancores, mas com muita sinceridade para que o Brasil possar ser cada vez melhor graças à União de todos porque agora é a hora de um novo diálogo cheio de esperança, de boa vontade e de amor pelo Brasil.